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Apenas 2,5% da água do planeta Terra é doce; ou seja, disponível para ser consumida pelos seus 7 bilhões de habitantes. Para chegar às torneiras das casas, a água ainda passa por um longo processo de purificação, que foi tema do Projeto Educação nesta sexta-feira (6), na reportagem de química. O cuidado que a nutricionista Ana Valéria Toscano tem na hora das compras é o mesmo que ela mantém em casa, na hora da higienização dos alimentos. “Para fazer a medida do hipoclorito de sódio, que é água sanitária, ou o próprio cloro, só é utilizar uma colher se sopa, que toda dona de casa tem em casa. Para a medida da água, pode ser até utilizado um copo de liquidificador”, explicou. Entretanto, a água utilizada precisa ser tratada. O líquido que chega a nossas casas normalmente já chega tratado. O tratamento é muito parecido como o trabalho que se faz numa piscina depois que ela é usada. Primeiro, uma mistura de cloro é jogado na água; em seguida, ela junta a sujeira que não é vista a olho nu, que acaba se acumulando no fundo da piscina. Por fim, é passado o aspirador para limpar de vez a piscina. saiba mais O processo é mais ou menos parecido com o que é feito na Estação de Tratamento da Compesa em Pirapama, que fica no Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife. Por várias razões, entre elas a poluição dos rios, para tornar a água potável, ela passa por um tratamento em várias etapas. A primeira é a coagulação, que é quando é adicionado sulfato de alumínio, seguido de uma agitação forte da água. Assim, as partículas de sujeira ficam eletricamente desestabilizadas e mais fáceis de se agregar. "Quando você quer tirar partículas sólidas do fundo da piscina, geralmente você adiciona sulfato de alumínio, para se transformar em hidróxido de alumínio. No dia seguinte, você vê a sujeira no fundo”, explicou o professor de química Paulo Wendel. A segunta etapa é a floculação. "O objetivo é juntar partículas sólidas de pequeno tamanho e aglutinar em partículas maiores", destacou o professor. Com os sedimentos maiores, a sujeira vai se acumular no fundo do recipiente. Ao final desse processo, é encontrada a água decantada. A última etapa é a filtração. “A água decantada começa a entrar nos filtros de areia, que retiram as últimas partículas sólidas. No último reservatório, a água recebe o cloro e passa por um processo de desinfecção, tornando-se potável, que é quando você já não tem a presença de micro-organismos patogênicos, causadores de doença”, explicou o professor. Depois desse processo, a água é encaminhada para a distribuição para a população. O tratamento da água exige ainda monitoramento constante. Os técnicos trabalham em esquema de plantão, e, no laboratório, ela passa por testes em curtos intervalos de tempo, para que possa ser distribuída. Nas casas ou em qualquer outro lugar, um detalhe muito importante: o reaproveitamento da água. “A disponibilidade de água doce no mundo está diminuindo a cada ano. É importante a população se conscientizar de que, por exemplo, a água da chuva pode ser muito bem reaproveitada num jardim, pode ser utilizada na lavagem do carro; até mesmo a água que se toma banho pode ser reaproveitada, na utilização de descargas, evitando o desperdício”, alertou Paulo Wendel. FONTE



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