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A água captada do volume morto do sistema Cantareira chegará aos lares dos consumidores de São Paulo e região metropolitana já no próximo domingo (18). As bombas foram acionadas nesta quinta-feira (15), às 10h30, pelo governador Geraldo Alckmin. O intervalo entre a captação, o tratamento e a distribuição para os imóveis é de aproximadamente 72 horas. Toda a água do sistema Cantareira levada à Estação de Tratamento de Água Guaraú, na zona norte da cidade. O volume morto é a aposta da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) para driblar a estiagem histórica no Cantareira, que hoje chegou a registrar apenas 8,2% da capacidade de armazenamento do maior reservatório da Grande São Paulo. O volume morto — água que estava abaixo das bombas — acrescenta mais 18,5% de água. Com isso, o nível do Cantareira hoje é de 26,7%. O governo estima que os 182 milhões de m³ de reserva seja suficiente para o abastecimento durante o período de seca, que costuma ir até outubro. O governador Geraldo Alckmin comemorou a redução do consumo de água por parte dos clientes da Grande São Paulo. Quem conseguiu diminuir o uso teve desconto na conta. De acordo com Alckmin, a diminuição do uso do volume do Cantareira está diretamente ligada, também, ao remanejamento da distribuição nos bairros. Alguns deles passaram a ser atendidos pelos sistemas Guarapiranga e Alto Tietê, o que soma 1,5 milhão de consumidores que não mais dependem da água do Cantareira. A expectativa é que mais bairros passem a ser atendidos pelos demais reservatórios e esse número chegue a 2,1 milhões de pessoas. Atualmente, o Sistema Cantareira atende quase 9 milhões de pessoas na capital e na região metropolitana. — O governo não está esperando São Pedro. Nós estamos trabalhando 24 horas com todo o empenho de engenharia e da técnica para garantir o abastecimento da população. Alckmin diz que a medida de remanejamento de usuários do Cantareira para os sistemas Alto Tietê e Guarapiranga já evitou um racionamento. — A diminuição de 8 m³ por segundo com essa redução de usuários do Cantareira equivale a um rodízio de 36 horas com água e 72 horas sem água. O volume morto tem uma capacidade total de 400 milhões de m³, e começaram a ser captados 180 milhões de m³. A expectativa é que essa quantidade seja suficiente até o retorno do período de chuvas, em outubro e novembro. Segundo Alckmin, a Sabesp, a Cetesb e laboratórios certificados já testaram a água e vão monitorar a qualidade diariamente. Não será necessário nenhum tratamento diferenciado. O nível do Cantareira caiu pelo 25º dia seguido nesta quinta-feira (15) e chegou a 8,2%, informou a Sabesp. Ontem, havia 8,4% de água. FONTE



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