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A ALIMENTAÇÃO E AS DOENÇAS CARDIOVASCULARES E RENAIS O conteúdo mineral daquilo que comemos e bebemos é de fundamental importância na manutenção da saúde, até por que, é a principal fonte de ânios e cátions que chegam à corrente sanguínea. Controlar o conteúdo mineral dos alimentos e bebidas traz a possibilidade real de controlarmos a dispersão ou agregação dos elementos figurados do sangue. À luz do Potencial Zeta, fica fácil entender a chave para o excesso de doenças cardiovasculares em nossa época: 1) excesso de ingestão de sais minerais; 2) a inversão na taxa normal do conteúdo de sódio/potássio; 3) gradual sobrecarga e esgotamento da função renal devido à ingestão de sais minerais em excesso. Para ilustrar, se alguém ingerir 2 litros de água do mar (60.000 SC) dentro de um período de 48 h morre devido à coagulação intravascular. A alta concentração iônica (cloreto de sódio ou NaCl) baixa o Potencial Zeta resultando em aglomeração dos elementos figurados. Outros sais inorgânicos em alta concentração podem ser igualmente letais. Outros, mesmo em baixas concentrações são perigosos, mas requerem um período maior de tempo para produzir seu efeito tóxico. Poucos produtos alimentícios mantém seu sabor depois de ser processado ou ficado meses enlatado. Os fabricantes tentam mascarar esse problema adicionando sal para conservar e potencializar o sabor. Por ser barato é o aditivo mais comumente usado. Não sabemos o motivo, mas na natureza todos os alimentos possuem uma taxa de potássio maior do que a de sódio. Um efeito imediato do uso do NaCl, portanto, é inverter o balanço sódio/potássio. Na verdade, a adição de sódio nestes alimentos e cinco vezes maior do que o na natureza. A maneira mais prática de minimizar os efeitos desta inversão é evitar tanto quanto possível os produtos processados, como refrigerantes, embutidos, enlatados, conservas, salgadinhos etc. São itens comuns na alimentação da maioria das pessoas, mas essa atitude insana adiciona 20 g de sal por dia ao organismo, ou seja, mais do que o dobro do que o rim deste pode suportar. Como a condutância específica (CS) do sangue é 12.000 SC, considera-se está a carga máxima que o rim deve suportar. Na dieta ocidental atual, é comum encontrar produtos com carga mineral elevada, em média chegando a 17.500 SC, ou 50% maior do que o sangue humano. Vegetais frescos, por exemplo, possuem valores abaixo desta capacidade: 7.500 SC.  Podemos chamar de coagulação e de diminuição do Potecial Zeta, mas os médicos conhecem mais o seu efeito: agregação plaquetária, infarto, trombose venosa, embolia pulmonar, isquemia silenciosa, aterosclerose, placas...



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