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Talvez a maior fonte isolada de sais minerais seja a água potável processada nas grandes cidades. Os sais adicionados à água não tem a intenção de melhorar seu conteúdo, mas para controlar a erosão e entupimento dos encanamentos e, principalmente no Brasil, para transformar uma água poluída em algo que um ser humano tenha coragem de ingerir. O problema é que os protocolos usados em qualquer sistema de tratamento da água visam destruir os micro-organismos e precipitar os elementos sólidos para assegurar que o consumidor a reconheça como potável. Quer dizer, esta “aprovação” dos consumidores vem através de uma água aparentemente limpa, clara e sem odor. O erro generalizado é achar que “água potável”, significa água saudável.  Na verdade, é impossível para os governos entregarem água de qualidade, dado aos graves problemas de poluição das fontes primárias. No Brasil, a maior parte das cidades é suprida por rios que atravessam dezenas de cidades, algumas (se não a maioria) sem tratamento adequado de esgoto, cujos dejetos são jogados diretamente na água. Essa matéria orgânica em decomposição se soma aos resíduos orgânicos naturais: folhas da vegetação que circunda os rios e nascentes, corpos e dejetos de animais mortos etc. Para matar os micro-organismos resultantes, o cloro é adicionado à água.  Além dos problemas do cloro por si só, sua reação com esses compostos orgânicos produz uma grande família de substâncias tóxicas, os trialometanos (clorofórmio, triclorometano, bromodiclorometano, dibromoclorometano e tribromometano) que podem ser absorvidos através da pele ou pela inalação e não são detoxificados pelo fígado. Esses compostos são conhecidos há muito tempo como carcinogênicos. Outra adição que é feita no Brasil é a do flúor, sob o pretexto de prevenir cáries dentárias. Ele chega às nossas casas, sendo 90% dele na forma de ácido hidrofluórico, um subproduto da indústria do alumínio, aço, cimento e dos pesticidas à base de superfosfatos, cuja toxicidade não permite que seja despejado no mar, rios ou lagos. Na concentração utilizada no Brasil , 3-4 ppm (partes por milhão), ele se combina com o cálcio dos dentes produzindo uma abrasão conhecida como fluorose.  Seu uso contínuo produz ainda alterações no metabolismo do cálcio (osteoporose e osteoartrite); deforma as fibras de colágeno (pele, articulações, disco intervertebral e todos os tecidos conjuntivos); é um bloqueador enzimático; impacta o funcionamento da tiroide, levando ao hipotiroidismo; impede a absorção de cálcio pelos rins; acelera a taxa de crescimento celular e provoca mutações genéticas (câncer) e reduz a capacidade de utilização do oxigênio. Outros íons adicionados à água são os que contêm alumínio, principalmente na forma de sulfato de alumínio. Aliás, seu uso está de acordo com o que falei até aqui. Como um cátion trivalente, seu poder de coagulação faz com que os sólidos presentes na água de agreguem e se depositem no fundo dos tanques. Quem tem piscina em casa sabe disso: usa sulfato de alumínio para decantar e aspirar os resíduos que ficam no fundo da piscina. O problema é que parte destes sais permanece na água e acabam por produzir o mesmo efeito – coagulação (diminuição do Potencial Zeta) – em nosso corpo. E existem outros cátions presentes na água que contribuem para este problema: chumbo (Pb++), mercúrio (Hg++), cádmio (Cd++), zinco (Zn++)... elementos que a medicina convencional não enxerga como danosos, mas que impactam nosso organismo a cada simples ato de beber um copo d’água ou mesmo usar a água da torneira para cozinhar. O alumínio é tão danoso que não deveria ser utilizado pelo ser humano de nenhuma forma. Mesmo assim, as pessoas acabam absorvendo-o, não só pela água que bebem, mas através de medicamentos prescritos por seu médico, por desodorantes aplicados nas axilas, nos xampus (principalmente anticaspa), nos invólucros de alimentos e bebidas e, pior ainda, introduzidos como coadjuvantes nas vacinas aplicadas desde que a criança sai da maternidade até a idade adulta, incentivado pelos governos e sociedades medicas desavisadas (ou não?).  O mercúrio é outro contaminante extremamente danoso. São raras as contaminações agudas, mas o efeito cumulativo durante anos traz graves repercussões à saúde. Ele está presente nas vacinas e nos amálgamas dentários, tornando-se uma importante fonte de autocontaminação. Quem possui estas restaurações metálicas em sua boca exala mercúrio numa concentração 130 vezes maior do que a do ar atmosférico. Mas cada vez que um dentista restaura ou substitui este amálgama e joga-o no lixo, acaba contamina o solo e a água que bebemos. Até o hábito de trocar as lâmpadas incandescentes por lâmpadas flurescentes (as ditas “econômicas”) acaba por aumentar a concentração deste cátion no meio ambiente. Outro problema que afeta a qualidade da água está ligado ao agronegócio que inunda as plantações com pesticidas que escoam pelo solo e contaminam os lençóis freáticos no subterrâneo. O uso de antibióticos e hormônios usados na criação de gado (e outros animais) é eliminado pela urina e produz o mesmo tipo de contaminação do subsolo. Inclua nesse raciocínio os milhões de mulheres que tomam hormônios, como reposição ou através das pílulas anticoncepcionais. Toneladas de resíduos são eliminados diariamente pela urina, chegam aos esgotos e aos rios, uma vez que não são retirados mesmo com as mais avançadas técnicas de saneamento. O caso é tão grave que muitas espécies de peixes estão desaparecendo junto à foz dos rios no mar, simplesmente por nascerem apenas fêmeas. Com o excesso de hormônios femininos os machos não se desenvolvem e a espécie não se reproduz. A gravidade deste processo é tão grande que o teor médio de espermatozoides em seres humanos diminuiu em 50% nos últimos quarenta anos. As meninas entram na puberdade mais precocemente e os meninos ganham características femininas. Então, a ingestão de água nos traz pelo menos duas classes de problemas concomitantes: a carga tóxica e o excesso de sais minerais, incluindo cátions trivalentes.



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