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Embora muitos problemas de saúde sejam provocados pela falta de hidratação provocada pela baixa ingestão de água, muitos ignoram que seus problemas ocorrem pela ingestão de água inadequada.   Este é um dos assuntos menos compreendidos por médicos e terapeutas das mais variadas especialidades: a química da água. E não deveria ser assim, pois estudando-a é que podemos entender a física do sangue e, principalmente, as patologias que envolvem o sistema cardiovascular e o sistema renal. O mais provável é que se você perguntar ao seu médico ou qualquer outro terapeuta sobre qualquer uma das perguntas acima, prepare-se para encarar algumas caras e bocas estranhas, e para ouvir balbucios e frases expressas sem convicção. Não os culpe. A imensa maioria simplesmente ignora que muitas condições patológicas (hipertensão, trombose, derrame cerebral, deficiência circulatória, cálculos e pedras nos rins etc.) são provocadas e/ou agravadas pelo tipo de água ingerida e, mais importante, desconhecem que estas condições podem ser minoradas com a ingestão de água com concentração mineral adequada. O curso médico simplesmente ignora conceitos como Total de Sólidos Dissolvidos na água e sua correlação com os eletrólitos do plasma. Como exigir, então, que os médicos conheçam o relacionamento entre água e doença cardíaca, por exemplo. A razão não é fácil de explicar em poucas palavras, mas envolve política, dinheiro e poder. Se tal não fosse verdade, nomes como Georges Lakhovsky, Raymond Rife, George Crile e Harold Burr seriam de conhecimento dos médicos e isto não é verdade. Se você quer saber quem são eles pesquise, ou veja neste site (em inglês) um pequeno resumo do papel deles nos primórdios da terapia elétrica: http:// www.wellnesselectrotherapy.com/history    Na década de 1920, a ciência começou a entender melhor os sistemas coloides e por volta de 1930, os alemães já tratavam diabete, pancreatites, dependência química... com química coloidal. Entretanto, nos anos 1940, as sulfas e a penicilina foram criadas e a ciência decretou: “em dez anos, todas as doenças estarão erradicadas”. Na França, o governo cria uma Sociedade e determina que as terapias que não fosse quimicamente orientadas estavariam banidas. Para se ter a noção do impacto deste pensamento, os conceitos de Galvani sobre eletricidade foram desacreditados pelos franceses à época por não ser do campo da química. Mas foram os EUA que definiram a estratégia das próximas décadas e que está presentes até hoje na ciência médica. Os médicos deixaram de ser pesquisadores, papel que passa a ser desempenhado pelas indústrias. Em vez de pesquisadores com autonomia terapêutica passaram a ser técnicos que implementam um tratamento previamente estabelecido. Essa estratégia retirou paulatinamente o poder do médico de definir sua terapêutica e desembocou nos protocolos de tratamento estabelecidos pelas Sociedades Médicas. Este será o tema de um próximo artigo que escreverei mostrando que ou a Medicina muda este paradigna ou o médico se tornará cada vez mais um técnico que segue os ditames da induústria farmacêutica. Os médicos perderam aquilo que fez a medicina evoluir até nossos dias: o empirismo. Sobre este assunto recomendo entusiasticamente a leitura do livro do Dr. Eduardo Almeida: “As Razões da Terapêutica” (veja uma sinopse aqui: http:// www.arzt.com.br/DetalhesArtigos.aspx?cid=9&aid=29).    Por estas razões, o material sobre os estudos dos sistemas coloidais e o sangue humano ficou perdido até ser resgatado por Thomas Riddick há menos de vinte anos.  Este artigo é baseado das ideias de T.C. McDaniel e traz informações contidas em seu livro Disease Reprieve, mas também traz conceitos que aprendi nos seminários do Dr. Paulo Farber e Frank Hartman. É minha contribuição para aumentar a difusão de ideias tão antigas, mas ainda inovadoras. O primeiro conceito errôneo é acreditar que nosso corpo necessita dos minerais contidos na água. Os minerais esenciais não estão na água que ingerimos. Na verdade, os minerais inorgânicos presentes nos rios, lagos, córregos, lençóis freáticos e sistemas de tratamento de água de nossas cidades são a principal fonte de toxicidade para a vida animal e humana. Os mais letais elementos tóxicos encontrados em nosso corpo vem dessas fontes: chumbo, arsênico, mercúrio, alumínio... Assim, cai por terra o argumento daqueles que acham estarem livres de contaminação consumindo água mineral engarrafada: a presença de resíduos químicos (pesticidas e outros tóxicos) e a contaminação por micro-organismos (esgoto sanitário) atingem os lenções freáticos subterrâneos contaminando as fontes minerais numa velocidade maior do que as autoridades públicas encontram soluções.



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