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Neste momento em que a água se tornou uma preocupação prioritária em grande parte do país, convém olhar para soluções que estão sendo adotadas pelo mundo. Num país em que a escassez de água é crônica e o saneamento básico altamente deficiente, Mumbai, a maior cidade da Índia (13 milhões de habitantes) conseguiu reduzir pela metade o desperdício do líquido com a implantação de sistemas inteligentes de detecção de perdas.

Em grande parte por causa de tubulações quebradas e ineficientes, Mumbai perdia 700 milhões de litros de água por dia. Os sistemas inteligentes agora detectam e comunicam à distância os vazamentos, disparando alarmes para a administração municipal. Além da economia concreta, a iniciativa também serviu para alertar a população para a importância de um recurso compartilhado. A implantação de métricas inteligentes agora será implantada em outras cidades da Índia, como Nova Delhi e Bangalore. Mumbai costuma ser atingida durante quatro meses por chuvas abundantes e, durante o resto do ano, precisa recorrer a fontes de água cada vez mais distantes. Apenas metade da população tem acesso à água potável encanada, o que torna habitual o armazenamento de água em cisternas. football scores

É, aparentemente, uma situação típica de Terceiro Mundo, mas a escassez e o desperdício de água é um fenômeno que atinge o mundo todo. Em países em que os recursos hídricos são abundantes, como o Brasil, esse padrão é agravado pelo hábito de subestimar a possível finitude dos recursos e pelo baixo custo do suprimento – além da percepção, correta, de que o acesso à água é um dos direitos humanos. Se em Mubai a perda de água potável bate nos 50%, a marca mundial é de 34%. Quase metade dos recursos mundiais destinados ao consumidor é perdida devido a vazamentos e deficiências de gestão, o que causa uma perda anual de US$ 14 bilhões por ano.

Além disso, a água é um dos componentes fundamentais da geração de energia e da produção de alimentos, o que torna o quadro ainda mais complexo.

Cerca de 70% de toda a água limpa do mundo é usada na agricultura, 16% na indústria e na geração de energia e 14% em uso doméstico. Aumento de consumo Segundo a consultoria internacional McKinsey, a demanda global por água deve crescer 60% até 2030, quando a procura pode superar a oferta em 40%.

Hoje 738 milhões de pessoas não têm acesso a água potável. A escassez, além de afetar a própria sobrevivência, atinge a economia como um todo. Há vários modos de enfrentar o problema. A dessalinização é um deles, e vem sendo uma opção prioritária no Oriente Médio. Outra é a transposição de águas dos rios, que tem um considerável impacto ambiental quando realizada em grande escala.

Um planejamento integrado e universal do uso de água costuma ser a melhor ideia. Um aspecto importante é desestimular a urbanização em áreas de baixa intensidade pluvial e com pouca capacidade de armazenamento. Outro é cobrar pela água um valor baixo mas expressivo, para conscientizar a população, como foi feito em Israel e na Austrália. Mas as soluções mais simples têm sido as mais eficazes.

Uma iniciativa aparentemente singela como plantar árvores em solos de terra nas cidades pode recuperar os lençóis subterrâneos. E as soluções inteligentes – pequenos sensores espalhados pela estrutura urbana – ajudam a monitorar o uso e os hábitos da população, achar os vazamentos nos sistemas de distribuição e medir a umidade do ar, para determinar se é ou não necessário ativar os sprinklers públicos que regam as praças. FONTE



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