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O Curiosity pousou em Marte no dia 6 de agosto de 2012, tendo como principal objetivo descobrir se Marte pode ter abrigado vida. É o primeiro robô enviado ao planeta carregando um equipamento para recolher e analisar amostras de solo e de rochas. Na descoberta da água, foi usado o Analisador de Amostras em Marte (Sam, na sigla em inglês). “Combinando as análises de água e compostos químicos do Sam com dados mineralógicos, químicos e geológicos de outros instrumentos do Curiosity, temos a informação mais abrangente já obtida sobre a superfície de Marte. Esses dados aumentam nosso conhecimento sobre os processos da superfície e a ação da água em Marte”, afirmou Paul Mahaffy, principal pesquisador do Sam. Experimento — Os cientistas utilizaram uma espécie de pá acoplada ao Curiosity para coletar amostras do solo de uma região arenosa conhecida como Rocknest. Uma parte do material foi colocada dentro do Sam, que fica na “barriga” do robô, onde foi aquecida a 835 graus Celsius. “Os principais gases liberados durante os testes foram água (cerca de 2% do peso da amostra), gás carbônico, oxigênio e dióxido de enxofre. A água é particularmente interessante: é um recurso para futuros exploradores”, afirma Laurie Leshin, pesquisadora do Instituto Politécnico Rensselaer, nos Estados Unidos, e principal autora do estudo que analisou os dados coletados pelo SAM. A água se encontrava ligada quimicamente às partículas do solo, em estado sólido, e se transformou em vapor ao ser aquecida para o estudo. O Sam também descobriu isótopos de hidrogênio e carbono semelhantes aos encontrados na atmosfera de Marte, analisada anteriormente pelo Curiosity. Isso indica a existência de uma grande interação entre a superfície do solo e a atmosfera. “Os isótopos tendem a apoiar a ideia de que, ao se mover ao redor do planeta, a poeira reage com alguns dos gases da atmosfera”, diz Laurie. Matéria orgânica — As análises feitas pelo Sam também revelaram compostos orgânicos, mas os pesquisadores não acreditam que sejam de origem marciana. “Acreditamos que compostos orgânicos não ficam preservados na superfície, pois ela é exposta a radiação e oxidação. De acordo com a pesquisadora, os resultados podem ter implicações para os futuros exploradores de Marte. “Nós sabemos que deve existir água abundante e de fácil acesso em Marte. Quando enviarmos pessoas para lá, elas poderão cavar o solo em qualquer lugar da superfície, aquecê-lo um pouco e obter água”, completa. FONTE



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